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A nova TV Samsung é uma obra de arte

Você reparou que na foto acima existe uma TV? Pois é. A mais nova TV Samsung é tão inovadora que seu objetivo é passar despercebida.
Pensando que uma TV geralmente fica mais tempo desligada do que ligada – e que uma TV desligada é nada mais nada menos do que um retângulo preto feio, o designer Yves Béhar foi além e criou uma experiência de TV completamente diferente.

TV Samsung The Frame

A “The Frame”, quando desligada, entra em “modo Arte” e passa a exibir na tela obras de arte. Mas não é um simples fundo de tela, como alguns podem pensar: a Samsung contratou uma equipe de especialistas e artistas do mundo todo para criar uma coleção de arte muito específica, com o objetivo de fazer cada pessoa se sentir proprietária de uma coleção de arte digna de um museu.

nova tv samsung the frame

A customização é chave nesta nova TV Samsung: uma série de molduras diferentes está disponível para ser encaixada na TV e fazer com que ela combine perfeitamente com outros quadros, móveis e itens do ambiente.
A tela tem sensor de presença (que liga e desliga conforme percebe a presença de pessoas no ambiente) e a tela se ajusta automaticamente conforme a iluminação do momento no local. Assim, a TV se torna praticamente imperceptível quando não está ligada e faz parte até mesmo da decoração do ambiente.

nova tv samsung the frame

A Samsung acredita que a Frame irá trazer novo valor estético para as TVs, expandindo seu uso para uma experiência cada vez mais pessoal, inspiradora e versátil. Não só a TV ganha um novo significado, mas as paredes e os itens de decoração começam a ter uma nova relação com as nossas vidas. No mercado norte-americano a nova TV Samsung vai estar disponível para venda nos próximos meses. Ainda não foram divulgadas informações técnicas do modelo, como resolução e outras características de performance.

Certamente é uma mudança de paradigma, mais um sinal de confirmação de um futuro em que os eletrônicos serão mais inteligentes, mais sensíveis e capazes de nos acompanhar em diferentes momentos da nossa jornada.

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Confiança e respeito no mundo digital

Novos modelos de negócios e serviços digitais estão mudando a forma como fazemos praticamente tudo. Existem agora novas possibilidades para fazer turismo, buscar hospedagem, se movimentar pela cidade e assim por diante. Muitas vezes nos sentimos diante de uma verdadeira revolução, onde tecnologias disruptivas surgem a cada dia mas na qual nós ainda nos sentimos perdidos, tentando lidar com as mudanças que também acontecem em nós mesmos.

Temas como igualdade, transparência e confiança costumam vir à tona nesse novo panorama, principalmente entre os mais otimistas (como nós) que confiam no impacto positivo das novas tecnologias. E é neste sentido que a pesquisadora Rachel Botsman vem estudando o tema da confiança e como ela está mudando no mundo digital. Em uma palestra do TED, ela desvenda as relações que estamos vivenciando hoje online e porque estamos confiando cada vez mais em estranhos – como anfitriões do AirBnb, caroneiros do Bla Bla Car e motoristas do Uber – e cada vez menos em instituições como bancos, governos e até a Igreja. Como pode esta virada ter acontecido sendo que sempre fomos ensinados a “Nunca entre no carro com um estranho”?

Com uma breve perspectiva histórica, a pesquisadora sintetiza que a confiança, antigamente, se dava por laços próximos locais. Confiávamos em quem conhecíamos, sabíamos o endereço da família e tudo mais. Séculos e séculos de evolução social mais tarde, a confiança se tornou institucionalizada e depositávamos nossa confiança em grandes corporações, através de contratos, seguros e leis. Essa confiança nas instituições foi sendo desconstruída a medida em que, especialmente nas últimas duas décadas, estamos nos deparando com inúmeros escândalos de corrupção e crises de grandes empresas e governos. Portanto, a era que vivemos hoje é caracterizada pela confiança distribuída. A confiança é descentralizada, botton-up e volta a ser depositada nas pessoas.

Gerar confiança no mundo digital é essencial pois é ela que permite a mudança de comportamento e a inovação, e não a tecnologia sozinha. É a confiança que nos leva a experimentar o desconhecido.
Para a pesquisadora, a confiança no ambiente digital pode ser comparada com uma escalada em uma escada: onde, no primeiro nível, é preciso confiar na ideia (por exemplo, na ideia de que buscar hospedagem na casa de uma pessoa pode ser divertido e prático), depois, se deve criar confiança na plataforma (confiar que se algo de errado acontecer, o AirBnb irá me ajudar a resolver) e, por último, a confiança se cria ao oferecer pequenas informações sobre a pessoa para tomar a decisão (foto e idade do anfitrião, avaliações, se ele tem animais de estimação e assim por diante).

Confiança e respeito

A confiança é o caminho para que novos negócios e comportamentos mais igualitários se tornam realidade. Nessa onda de ativismo e reflexão para o futuro, o Airbnb publicou recentemente novos termos de uso para o uso da sua plataforma. O seu “Compromisso de Comunidade” apresenta a política de não-discriminação da empresa, defendendo princípios básicos como a inclusão e o respeito.

airbnb
“Nosso compromisso compartilhado com esses princípios possibilita que todos os membros de nossa comunidade sintam-se bem-vindos na plataforma do Airbnb, independentemente de quem eles sejam, de onde eles venham, do culto de cada um deles ou de quem eles amem.
Embora não acreditemos que uma empresa possa exigir que haja harmonia entre todas as pessoas, achamos que a comunidade do Airbnb possa promover empatia e compreensão em todas as culturas.”

Na prática, o AirBnb irá proibir que os anfitriões da plataforma recusem um hóspede com base na raça, na cor, na etnia, na nacionalidade, na religião, na orientação sexual, deficiência, no sexo ou no estado civil. Tudo para garantir que os usuários da plataforma sintam-se bem-vindos e respeitados nesta comunidade. Cada anfitrião e hóspede deverá aceitar estes princípios e normas para utilizar a plataforma e, caso não sigam de acordo, o AirBnb terá o direito de excluir sua conta e oferta do ar.

A discriminação também está despontando como tema em outros serviços digitais novos. Uma pesquisa norte-americana apontou que a experiência de serviços como Uber, Lyft e Flywheel é diferente para mulheres e para pessoas negras. Pelo menos é o que acontece em cidades como Seattle e Boston, onde usuários realizaram esta pesquisa. As taxas de cancelamento e tempo de espera para confirmação da corrida são mais altas para passageiros e motoristas negros do que para os brancos. E as mulheres que utilizam o serviço foram levadas para rotas mais longas e demoradas pelos motoristas contratados.

Nossos valores

Confiança e respeito podem e devem ser valores compartilhados e estimulados por empresas globais como estas dos exemplos.

Nós também defendemos a transparência nas transações e colocamos o bem-estar e a ética de todos acima de interesses comerciais. No nosso negócio, isso quer dizer que não recomendamos produtos por nenhum outro motivo além da adequação técnica que ele possa ter com o consumidor. Fazemos o nosso melhor nessa análise e busca. Acreditamos no empoderamento das pessoas e em um futuro onde fabricantes e marcas não conseguirão mais confundir consumidores com marketing e informações confusas. Enquanto isso, utilizamos o nosso conhecimento e da nossa comunidade para que qualquer pessoa possa acessar gratuitamente e fazer a sua vida ser mais prática.

Nossa motivação está nas pessoas e na sua relação com a tecnologia.

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Google Pixel: tudo sobre o novo smartphone e o evento

O evento do Google da última terça-feira trouxe grandes novidades para todo mundo que tem interesse em tecnologia. Foi o evento da empresa com mais anúncios dos últimos anos, com notícias em diferentes áreas, como smartphone, smart TV e realidade virtual. Porém, a grande estrela da noite foi o novo smartphone da empresa: o Google Pixel.

Google Pixel: o novo smartphone

pixel google phone
O Google não possui smartphone próprio desde a série Nexus. Agora ele invade o mercado com um aparelho top de linha para concorrer iPhone 7 e o Galaxy S7 Edge. Ele possui um design clean, com opções em preto, azul e prata, em um corpo de alumínio com detalhes em vidro e um leitor de digitais na parte de trás.

Com opções de 5 e 5.5 polegadas, o Google Pixel tem painel AMOLED, com Gorilla Glass 4 e vidro 2,5D. Ele oferece uma câmera potente, a primeira a receber nota 89 do DxOMark – nota superior ao Galaxy S7 Edge e do iPhone 7. A câmera traseira possui 12,3 MP, com lente de abertura f/2.0 e foco laser. A frontal tem 8 MP, com abertura de f/2.4 e foco fixo. O Google ainda oferece espaço ilimitado no Google Fotos para armazenar fotos e vídeos feitos com o Pixel com resolução original (incluindo vídeos 4K). Para completar, ele vem com saída de áudio P2 (3,5 milímetros).

O hardware faz jus ao modelo: processador quad core Snapdragon 821 de 2,15 GHz, 4 GB de memória RAM LPDDR4 e armazenamento de 32 ou 128 GB (não é expansível com microSD). A bateria é potente (2.770 mAh para o de 5” e 3.450 mAh para o de 5,5”) e promete 7 horas de autonomia depois de carregar por apenas 15 minutos.

O Google Pixel ainda tem duas tecnologias exclusivas. Primeiro, ele é o único smartphone com o Google Assistant – o novo assistente pessoal do Google que entende linguagem natural, responde perguntas e realiza tarefas através de comando de voz. Em segundo, ele é compatível com o novo óculos de realidade virtual do Google – o Daydream View, do qual falaremos mais abaixo.

Nos Estados Unidos, o smartphone será vendido por US$ 649 – mesmo valor do iPhone 7 mais básico. O Google ainda não confirmou quando o aparelho será vendido no Brasil.

Confira a apresentação do aparelho:

Óculos Daydream View

oculos google daydream
É o novo óculos de realidade virtual do Google. Ele funciona como o Gear VR, com um smartphone acoplado ao óculos (compatível com as duas versões do Pixel). Porém, o modelo tem um grande diferencial: ele possui um acabamento de tecido que o torna 30% mais leve que os concorrentes e (de acordo com o Google) muito mais confortável. O óculos possui três versões: bordô, cinza e gelo.

O aparelho ainda oferece um controle remoto para controlar a interface da realidade virtual do Google, que oferece aplicativos de Android e jogos adaptados para o sistema. Com ele, é possível assistir vídeos e ver fotos em 360 graus, além de jogar games imersivos. A empresa prometeu que haverá mais de 50 apps e jogos na loja do Daydream até o final do ano (incluindo Netflix e HBO)

Ele será vendido nos Estados Unidos por US$ 79 (R$ 256).

Novo Chromecast Ultra

novo chromecast
O Google aproveitou o evento para lançar a nova versão do Chromecast. O novo modelo é duas vezes mais rápido que a versão anterior. Ele terá ainda suporte para streaming de vídeos em 4K, HDR e Dolby Vision. Sabendo que muitos roteadores podem não aguentar uma transmissão em alta definição, o Google adicionou um adaptador de tomada para conectar o Chromecast Ultra por cabo de rede.

Ao conectar o aparelho à TV, ela se transforma em uma smart TV e o smartphone do usuário um controle remoto. A nova versão custará US$ 69 nos Estados Unidos – quase o dobro da versão atual que custa US$ 35.

O Google ainda aproveitou o evento para anunciar o valor do Google Home, assistente residencial inteligente da empresa anunciado no Google i/o em maio. Ele irá custar apenas US$ 129.
A empresa também anunciou o roteador da marca: o Google Wifi. É um aparelho pequeno, discreto e com design simples que pode ser controlado por um aplicativo de smartphone. O gadget também serve para “espalhar” o alcance de sinal pela casa, utilizando mais de um aparelho.

google home novo

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É possível trabalhar o dia todo no notebook sem cansar?

Dizem que trabalhar 8 horas por dia sentado na frente de um computador é o novo fumar, ou seja, o novo vilão da saúde. O ser humano não foi desenhado para passar longas horas sentado na mesma posição e sim para estar em movimento. E mesmo assim, a vida moderna acabou transformando esse no comportamento predominante de trabalho nos escritórios.

Para quem trabalha com notebook então, o impacto na saúde e na postura é ainda mais significativo. É claro que eles são práticos, versáteis e funcionam bem para espaços reduzidos. Porém, ombros, braços, pernas e a coluna em geral sofrem bastante. Alguns estudos inclusive afirmam que pouco adianta ter uma rotina regular de exercícios se você passa mais de 8h sentado trabalhando.

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Mas fique tranquilo (a), mesmo se você não tiver a possibilidade de mudar de estilo de trabalho, dá pra melhorar a qualidade de vida! Existem ideias interessantes que ajudam a ir além daqueles pontos óbvios, como qualidade do seu ambiente, uma boa cadeira e alimentação equilibrada.

Foi assim que a ideia de trabalhar em pé no computador foi ganhando adeptos pelo mundo. Trabalhar em pé previne o risco de doenças cardiovasculares, de diabetes, consome mais calorias e melhora o condicionamento muscular. Alguns afirmam que até beneficia a disposição e a criatividade dos trabalhadores. Aliás, reza a lenda que Hemingway e Nabokov gostavam de escrever em pé!

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É claro que isso requer adaptação de local, mobiliário e comportamento. Faça o teste e veja se você consegue criar uma mesa elevada para trabalhar em casa ou, se tiver um balcão mais alto na cozinha, já serve para o experimento. Pensando nisso, algumas soluções bem interessantes já estão sendo comercializadas para criar essas novas estações de trabalho. Existem aquelas que são um apoio mais alto para o notebook (como a Levit8, abaixo) e outras (como a Elevate Desk em madeira) em que existe o apoio para o mouse e o teclado externos – importantíssimos para aguentar mais tempo trabalhando em pé.

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Levit8
standing desk
Elevate Standing Desk

Acessórios como teclado sem fio, mouse sem fio e monitor externo certamente facilitam essa mudança, até mesmo para quem ainda improvisa para melhorar a postura mesmo sentado. Eles facilitam o “distanciamento” do notebook em si, que com naturalmente tem o teclado, o monitor e o trackpad muito próximos – que geram aquela postura encolhida e tão incômoda por cima do aparelho.

Existem outros dois aliados para melhorar a qualidade de vida de quem trabalha longas horas na frente do computador vão mais longe, com um enfoque diferente na saúde:

O f.lux é um software que controla a luminosidade da tela do computador conforme o horário do dia. Enquanto de dia a uz da tela permanece praticamente a mesma que você está acostumado, ao anoitecer a luz se torna mais quente, parecida com a da iluminação interna dos ambientes. Ou seja, ela vai acompanhando as mudanças de luz do sol. O conceito reside nos ciclos circadianos, no “grande relógio interno” que comanda diversos aspectos da vida dos seres vivos, baseado no ciclo de uma volta terrestre, ou seja, de 24 horas. Ele é influenciado por fatores como a luminosidade, que de dia nos mantém acordados e que ajuda a relaxar e se preparar para o sono à medida em que escurece. Agora imagine a influência da luz super brilhante da tela do computador nos seus próprios ritmos… A insônia inclusive é diretamente ligada ao uso de telas iluminadas em horários que nosso corpo deveria também estar se “apagando”. A ideia do f.lux é tornar esse processo natural para quem fica todo o dia na frente do computador, para que quando a pessoa finalmente desliga-lo, seu corpo esteja já na transição para o relaxamento.

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Outra ideia interessante é o aplicativo Pomodoro (ou semelhantes), derivado de uma técnica italiana de gestão de tempo e produtividade.
A essência é separar pequenos blocos de tempo para trabalho focado (25 minutos) e outros para descanso e distração (3 a 5 min). A medida em que as tarefas diárias vão sendo completadas – depois de quatro blocos de trabalho – a técnica recomenda um descanso mais longo, entre 15 e 30min. E assim sucessivamente. A vantagem do aplicativo, ou mesmo da versão online, é que o alarme garante que a pessoa não esqueça mesmo de fazer pausas com frequência, seja somente levantar um pouco e sair da mesa, buscar uma água, espiar pela janela ou fazer uma ligação.

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Agora, se você está quer rever a escolha do seu notebook, existem alguns pontos principais para levar em conta na hora de escolher um novo, como uma revisão no tamanho de tela escolhido e no potencial de conectividade com acessórios diversos que podem facilitar seu dia a dia. Além de questões como sistema operacional, preço, peso, entre outros.

O Assistente de Compras pode fazer esse “trabalho pesado” de analisar modelos, fichas técnicas e essas demandas a partir do seu uso diário de notebook para trabalhar. Confira a recomendação personalizada de um modelo que tem maior afinidade com você: Assistente de Compras.

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NOVO IPHONE poderá bloquear sua câmera em shows?

Apple-Iphone-Patente-Como-FuncionaUma patente aprovada recentemente nos Estados Unidos está lançando uma polêmica no mundo da música e do entretenimento. A Apple criou um sistema que pode desativar a gravação de vídeos no iPhone em shows e concertos utilizando sinal infravermelho. O sistema foi criado e submetido lá em 2011, por isso era baseado em infravermelho, tecnologia que hoje já pode até ser substituída por outras mais modernas como iBeacons, por exemplo.

Se um fã decidir filmar ou fotografar um espetáculo ou show que usa este sistema, ele receberá na tela um aviso de “gravação desativada” assim que tentar ativar sua câmera. O funcionamento do sistema está descrito no esquema abaixo:

Apple-Iphone-Patente

A polêmica

Por enquanto a Apple não divulgou planos de colocar em uso o sistema e nem sequer se pronunciou sobre o assunto. É certo que a medida agradaria muitos artistas que tem suas performances gravadas nos shows. Além disso, muitos defendem que a grande quantidade de fãs que fotografam e gravam durante shows acabam atrapalhando os demais espectadores – o impacto da tela luminosa bem no campo de visão dos demais é realmente muito desagradável!

Alguns artistas inclusive já se pronunciaram no palco sobre esse tipo de comportamento. A cantora Adele puxou a orelha de uma fã em um show na Itália pedindo que ela parasse de filmar e aproveitasse o show ‘na vida real’ ao invés do celular . O ator Benjamin Cumberbatch – que está atualmente interpretando Hamlet em um teatro em Londres – pediu pessoalmente aos fãs que não usassem a câmera dos smartphones durante o seu espetáculo: “Eu olho para o público e vejo luzes vermelhas. Por favor, isso é mortificante e não há nada menos encorajador”.

Certamente é melhor do que a tática de marcar com laser luminosos aqueles espectadores que usam o celular, conforme tática de muitos cinemas na China… Mas algumas outras questões ficam no ar: será que o número de usuários de iPhones irá diminuir com este novo sistema? Ou os demais fabricantes também adotarão a medida e ela se tornará comum em todos os smartphones? Será que uma empresa tem direito de acessar e controlar o uso que cada um faz do seu dispositivo? E quem irá determinar quais locais podem usar este sistema? Governos controladores poderão aplicar o sistema para impedir registros de manifestações e acontecimentos sociais?

Segundo o Apple Byte, a patente também tem outros potenciais de uso, como para museus, onde o sinal infravermelho detectado pelo smartphone poderia disponibilizar na tela informações sobre as obras. Mas há também a teoria de que isso pode ser mais uma jogada Apple para controlar como, quando e onde os usuários consomem a música de determinados artistas.

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Novo dispositivo para rastrear objetos

Celular e bicicletas são alvos fáceis para furtos, não é mesmo? Já existem algumas possibilidades tecnológicas para tentar minimizar essas perdas, como no iPhone, com o rastreio do Find My iPhone e no Android, o Prey. Infelizmente elas não garantem o aparelho de volta, apesar de ajudar na segurança. Já no caso das bicicletas, ainda estamos um pouco mais atrasados, tendo que confiar somente em cadeados de diferentes tipos. Mas, caso ele seja rompido, bye bye… Já imaginou se você pudesse rastrear objetos do dia a dia facilmente?

Por isso essa é uma novidade que promete mudar a cena e revolucionar o mercado. O TrackR é um dispositivo pequeno e discreto, parecido com um chaveiro pequeno e do tamanho de uma moeda. Você deixa o dispositivo no objeto que quer rastrear e, através de um aplicativo grátis pareado no seu smartphone, pode localizar seu objeto. Se ele sumiu ou você não lembra onde o deixou, basta usar o “Find device” no smartphone para acessar as coordenadas exatas da localização do objeto.
Além disso, você pode ver a distância que está do aparelho e pode acionar um alarme sonoro (quem nunca encontrou as chaves debaixo de uma almofada depois de horas procurando?).

rastreador de bicicleta

rastreador de bicicleta

E funciona também ao contrário: se você está com o dispositivo TrackR em mãos mas não encontra o celular, pode acionar um aviso sonoro. E ele funciona mesmo quando o celular está no silencioso (por que o celular sempre está no silencioso quando o extraviamos?).

Confira os vídeos explicativos:

E não só para as bicicletas: você também pode usar o TrackR para localizar sua bagagem em uma viagem, seu carro, suas chaves, sua bolsa e até o bichinho de estimação!

Você pode comprar o dispositivo para rastrear objetos direto do fabricante (neste link) ou através da Amazon (acesse aqui).

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